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Porpress21>Quem somos

Naturalmente que aceitamos sugestões de todos os membros da A.I.J.

A Associação Internacional de Jornalistas será o que os seus membros desejarem. Dê-nos a sua sugestão.

É Jornalista... por profissão ou por paixão? Ainda se não escreveu na Associação Internacional de Jornalistas? Por que espera?

Em cada Comunidade onde residem Portugueses... há, certamente, notícias. Porque não as envia para a sua A.I.J.?

Quanto mais nos unirmos... mais fortes seremos. A Associação Internacional dos Jornalistas nasceu para unir e fortalecer os Jornalistas.

 

Membros fundadores

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Entrevista com o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Carlos Gonçalves

 

Comunicado

 

A AIJ... lamenta não estar representada, mesmo que ao nível de Observador, no VI Congresso Internacional de Jornalismo de Língua Portuguesa, agora a decorrer no Forum Telecom.

 

Jorge Duarte vs Rudy Gallego

O “Quiproquo” de muitas controvérsias

 

Comunicado

... agressão de que foi vítima o editor da revista “Visão Portuguesa”, publicada em Joanesburgo, na África do Sul.

Comunicado

... atropelos à actuação dos Órgãos de Informação no que toca à apreciação de actos consulares.

Um mar de indefinições

Cônsul Geral de Portugal em Caracas retirou queixa contra jornalista

 

Ser jornalista é um privilégio a usar com rigor

 

Nota do presidente  27/07/04

 

Pontos (ainda) a clarificar

 

Comunicado da AIJ

 

Nota do presidente  23/04/04

Nota do presidente  26/03/04

Nota do presidente  26/02/04

Carta de intenções  

 

·       Vamos a ver se nos entendemos…

De há tempos a esta parte, raro será o dia em que a nossa gente não tem um problema de relacionamento com entidades ou indivíduos que se julgam “senhores do mundo”, só porque são funcionários superiores de Embaixadas ou Comendadores. Entendem que o Jornalista não é “de fiar”. E vá de lhe sonegar informações, o que nem é grave, ou até de o vilipendiar. O que se está a passar na África do Sul com o Jorge Duarte é paradigna de uma intolerância que supúnhamos já tivesse sido riscada do mapa dos que têm boa educação e boa formação. O caso de Londres, também.

São todos problemas que acabam por cair na cabeça do pobre Jornalista que, das duas uma: ou não comenta nem noticia e cumpre nal a sua missão; ou avança no cumprimento da sua missão e sofre os dissabores de todos conhecidos.

Uma Associação como a nossa não pode deixar de estar com os Jornalistas. E estar com os Jornalistas significa dar-lhe o necessário apoio e a necessária solidariedade, interessando-se pelos casos em presença.

Os ditadores e aprendizes de ditadores, que nas nossas comunidades ainda existem, nunca gostaram da transparência na Informação nem da verdade dos conceitos. E é aí que deve residir a nossa “força”, contando o que soubermos sem olhar a pruridos de qualquer espécie.  Dizia um colega que já não conta no número dos vivos, que “se não quiser que noticiemos… não deixe que aconteça”!

 

A seu tempo se verá...

Quando da formação do novo Governo Português, sob a direcção de Pedro Miguel de Santana Lopes, entendeu a Associação Internacional de Jornalistas associar-se à nova “onda de esperança” que começou a surgir em vários quadrantes da diáspora portuguesa.

Julgámos, então, ser chegada a hora de apresentarmos, a quem de direito, algumas das nossas angústias – sobretudo essas – face a alguns problemas que ainda afectam a classe e, naturalmente, as comunidades que servimos. Foi nesse sentido que enviámos ao Primeiro-Ministro – com conhecimento ao Ministro dos Negócios Estrangeiros e ao Secretário de Estado das Comunidades – um pedido para receber uma delegação da A.I.J.

Mesmo não tendo ainda resposta conclusiva, estamos em crer que ela não tardará, na medida em que as entidades em causa têm fortes responsabilidades no dia-a-dia da Governação e na forma como a Emigração tem de ser “ouvida”.

E mesmo que a Direcção da A.I.J. tenha já alguns problemas em carteira, para serem debatidos, os nossos associados podem ainda enviar-nos sugestões para a troca de impressões que esperamos não tarde.

 

 Uma nova “vida

Macau representou para a Associação Internacional de Jornalistas, agora em pleno avanço, a certeza de que os Jornalistas da diáspora portuguesa começam a ser considerados como o que, na verdade, são: verdadeiros arautos da Portugalidade. Somos, de facto, elementos destacados, de primeira linha, na divulgação da nossa Cultura e dos nossos valores. E mesmo que, às vezes, possamos ser incompreendidos – e tantas vezes o temos sido – somos, afinal, da mesma fibra daqueles que, arrostando com todas as dificuldades, “deram novos mundos ao mundo” e daqueles que, ainda mais recentemente, deixaram a terra e a família para entrarem no mundo da emigração, muitas vezes difícil.

 Em Macau, limadas algumas arestas organizativas, ouvimos de dois Secretários de Estado do Governo de Portugal a certeza de que somos “interlocutores válidos” no estudo das muitas questões que se põem no relacionamento com o Governo Português. Ouvimos, sobretudo, a palavra de incentivo que nos faltava. Barreiras Duarte e José Cesário são, por isso, dignos dos nossos louvores. Sobretudo por reconhecerem que somos, de facto, Jornalistas que o sabemos ser no dia-a-dia das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.

 Com maior ou menor paixão, os componentes da nossa Associação – os que estiveram em Macau e os outros – entram, agora, em mais um desafio. O desafio de pôr de pé um “sonho” que já vinha de longe. Um sonho que já não o é tanto assim, especialmente porque, depois de Macau, há de facto uma Associação Internacional de Jornalistas.

FCG

                                                                                               

Encontros para a Participação - 2002                    Viagem com o ICEP - 2004        

Carta de intenções

A Associação Internacional de Jornalistas – a nossa Associação – está a dar os seus primeiros passos. É certo e sabido que daí até começar a cumprir a missão para que foi criada vai um mundo de tempo e de esforços e canseiras.

De qualquer maneira, valerá a pena realçar, desde já, que somos muitos mais do que os 18 que, durante a recente viagem a Portugal, em campanha de promoção turística organizada pelo ICEP, decidimos meter mãos à obra. É que, para além desse grupo, foi desde logo assinalado que quereríamos que TODOS fizessem parte da Associação.

Recordámos, desde logo, na nota de “fundação”, aqueles que, em 2002, fundaram o PortPress21. A esses consideramos nós tão fundadores como aqueles que agora, já em 2004, organizámos a Comissão de Instalação da Associação Internacional de Jornalistas. Tão fundadores como os de 2004, repete-se.

Esta Carta de Intenções pretende ser assim uma chamada de todos quantos, de algum modo, e desde, pelo menos aquele Encontro para a Participação, como lhe chamou a Secretaria de Estado das Comunidades, andaram à volta com a ideia de fundar alguma coisa que nos unisse.

Surge, entretanto, de repente, a peregrina ideia do secretário de Estado das Comunidades de “fazer uma associação de Jornalistas”, como disse, em Toronto, no dia 26 de Janeiro. Uma ideia que já antes tinha sido também abordada pelo Secretário de Estado Barreiras Duarte.

No nosso ponto de vista, uma associação de classe – a classe de Jornalistas – não está nem pode estar no âmbito de qualquer Governo democrático. Uma associação de classe compete, isso sim, aos membros dessa mesma classe. A ideia de “fazer uma associação de jornalistas”, expressada por José Cesário não pode, assim, ser mais do que um “lapsus linguae” que não vai a lado algum. A não ser que ele quisesse – e queremos acreditar que não quer – enfraquecer a Associação agora nascente e ainda a titubear nos seus primeiros passos. Como, indirectamente, na altura, fez com o PortPress21. Ou, pelo menos, permitiu que se fizesse...

E mesmo que o  secretário de Estado quisesse enfraquecer-nos... nós, decerto, não queríamos.

Assim sendo, desejaríamos que todos quantos quisessem fazer parte do grupo fundador da Associação Internacional de Jornalistas – cuja comissão de instalação tem um prazo até 6 meses, antes de se proceder a aprovação de estatutos e consequentes eleições – o comunicassem. Quantos se manifestarem interessados até 10 de Junho de 2004, serão fundadores da Associação.

A associação tem, por enquanto, a sua sede provisória em Paris. Entre os eleitos para a comissão instaladora, tentou-se conseguir dividir por diversas regiões os cargos – com o Canadá e os Estados Unidos a ficarem com a presidência e vice presidência e a secretaria no Brasil – mas o grande trabalho de avanço inicial está centrado na capital francesa, onde estão instalados o secretário-geral e o tesoureiro.

                                                                        Fernando Cruz Gomes

 

Nota do Presidente (Abril 2004)

Macau pode dar impulso

Esta nota vai começar a correr mundo no nosso Portpress21.org numa altura em que estamos a celebrar o 25 de Abril, agora no seu 30.º aniversário. Muitos de nós, enquanto Jornalistas, sabem o que era “antes” e o que é “agora”. A Censura era, de facto, redutora da nossa capacidade de trabalho.

 A “Revolução dos Cravos” ocorreu há 30 anos. Fá-los domingo, dia 25. Já há por isso, nos extractos da sociedade portuguesa, muita gente que não viveu a data, não tendo vivido, igualmente, os tempos anteriores que foram dando razões à “razão” do “25 de Abril”.

 Na sociedade portuguesa, em geral, como é evidente, há muitos jovens – alguns dos quais nem sequer eram nascidos – que nada sabem da efeméride. E, no entanto, parece ser importante que os mais  velhos ajudem a dar ainda maior expressão à força que a revolução teve na construção de um Portugal novo, que, mesmo com altos e baixos, parece ser bem melhor do que o era na altura da revolução. E que abram diálogo com os mais novos.

 Entendamo-nos. A Associação Internacional de Jornalistas está em marcha. Não vai mais parar, como aconteceu a uma ou outra tentativa  associativa que alguns de nós esboçámos num passado ainda recente. E a visita a Macau . em mais um Encontro para a Participação, com a presença de alguns de nós, vai decerto dar a todos uma dimensão diferente, mais madura, mais de acordo com o que nós somos: jornalistas de todo o mundo, a falar e a escrever em Português.

 De resto, somos cada vez mais os que entendemos que esta Associação é mesmo necessária.

 Em Macau, temos um colega, José Rocha Diniz, que vai, decerto, ser um dos nossos, tentando dar-nos algumas ideias e partilhando connosco a sua rica experiência jornalística em vários Continentes.

 Logo que ultrapassemos a data de 10 de Junho – marcada para ser a data-limite para a inscrição dos colegas que farão parte da lista de fundadores – vamos fazer a aprovação dos Estatutos da nossa Associação, dando a seguir os passos necessários para uma eleição dos novos Corpos Gerentes.

 Aqueles que conhecem já o esboço dos Estatutos, sabem que o nosso objectivo é também fazermos reuniões das grandes áreas onde há Portugueses, por forma a todos podermos actuar mais expeditamente e mais de acordo com o que se passar no terreno. A assembleia-geral será, por enquanto, e enquanto não tivermos outra hipótese, em termos de Internet. O que, trazendo algumas desvantagens, acaba por ter, pelo menos, a vantagem de todos poderem concorrer com a sua opinião e o seu voto. E isso é importante.

 Uma vez mais, gostava de fazer um apelo – sobretudo aos mais jovens – para que se integrem, verdadeiramente, na Associação e que “enriqueçam” com os seus trabalhos o nosso “site” que, em alguns dos seus sectores, está mesmo “pobre”.

 Entendemos que “Roma e Pavia não se fizeram num dia”. Mas também entendemos que há por aí muitos detractores que são capazes de esfregar as mãos de contentes, ao verem… que nós não conseguimos, sequer, fazer o nosso “Jornal”. E isso dói-nos.

 

 

Nota do Presidente (Março 2004)

O mês de Março já se foi...

Dizem-me que tenho de escrever algo, pelo menos uma vez por mês. E eu, que ganho a minha vida a escrever (e não gosto de escrever de graça...) lá tenho de puxar do computador e alinhar meia dúzia de ideias. Curtinhas, de preferência, que é para não maçarem... e entrarem no conjunto geral das nossas actividades.

A ida a Macau está a fervilhar na mente de muitos de nós. E está a fervilhar, não apenas pela região em si, mas igualmente por juntar muitos de nós que pertencemos à Associação Internacional dos Jornalistas. Há gente da primeira leva – a de Novembro de 2002 – e da segunda leva, ou seja, de Janeiro de 2004. E o facto de nos juntarmos naquela terra dá-nos um certo sabor a vitória.

Aqui, a certeza de que um dos nossos “aliados” – o secretário de Estado das Comunidades, José Cesário – começou a entender a razão de ser da nossa Associação. E a estar atento, naturalmente atento, à colaboração institucional que pode ter connosco. E isto a despeito de, no primeiro pedido que a Associação lhe formulou, apanhar sopa, como diz o nosso povo. À última hora, pedimos para que na lista dos que vão a Macau incluíssemos a Maria Odom. Polida mas firmemente, disse-nos que não. E que o nome dela ficaria para uma outra oportunidade. Registamos.

Da Austrália e da África do Sul, começam a surgir notas. De três colegas que estiveram com o Portpress21 e que estão agora com a AIJ. José António Martins, Varela Afonso,  Viriato Barreto e dizem coisas. E coisas que têm o seu interesse. E a que voltaremos em breve. Para já, são três dos fundadores da nossa Associação.

Olhando a lista dos nossos componentes da Associação Internacional dos Jornalistas, vemos que há muitos que não entraram ainda na rotina de escrever. E é pena, porque este PortPress21 será... o que nós formos. E é extremamente importante que apareça muita gente a dar o seu contributo. Sobretudo os jovens. Onde estão os nossos jovens?

Bem... Março já se foi. Abril não tarda. E vamos ver-nos – pelo menos muitos de nós – em Macau.

Fernando Cruz Gomes

 

Nota do Presidente (Fevereiro 2004)

Estamos no bom caminho…

A Associação Internacional de Jornalistas parece estar no bom caminho. Mesmo entre alguns de nós, havia quem pensasse que... ficaríamos pelo caminho mesmo antes de o delinear. O que se tem vindo a passar, bem ao contrário, demonstra que já demos passos acertados e conseguimos, sobretudo, que os mais cépticos começassem a duvidar... do seu cepticismo e a acerditar... nos nossos sonhos.

E nem se diga que o “sonho” é de hoje. Ele já vem detrás, de muitos anos atrás, quando, em reuniões de diversa índole nos íamos encontrando e falando naquilo que nos une, que é bem capaz de ser muito mais do que aquilo que nos (eventualmente) possa desunir.

Estamos na Associação Internacional de Jornalistas (AIJ) para ficar. Para avançar. Para começarmos, sobretudo, a fazer com que nos respeitem como o que somos e queremos ser: Portugueses de corpo inteiro, iguais aos demais: e Jornalistas de corpo inteiro, iguais aos demais. Só queremos isto. E só vamos parar... quando tivermos isto.

Pelos contactos que temos tido com muitos colegas ficámos com duas ou três certezas que não queremos escamotear. Uma delas tem a ver com a assiduidade com que todos vão entrando em contacto connosco. Uma outra é a força que os mais jovens estão a querer apresentar. Uma força que tem a ver com a forma como o Jean-Phillipe, de França, nos fez o logotipo; a força do impulso do Nilton, de Toronto; o entusiasmo que até o Igor, dos Estados Unidos – e agora o pai, o que é óptimo – tem vindo a testemunhar.

Os mais velhos... já estavam fartos de ouvir falar na Associação. Já tinham passado por eles as várias promessas e as várias tentativas. O Adelino Ferreira, dos Estados Unidos, a Maria Odom, também dos EUA (São Francisco), o Ricardo José, de Paris; o José Santos, também da França, para falar apenas em alguns... acreditam – e fazem acreditar os outros – que estamos em vésperas de fazer coisas muito boas.

De resto, se falarmos noutros temas, temos de saudar o aparecimento de cartas “institucionais” – ou quase – do Conselho das Comunidades Portuguesas, do deputado Eduardo Moreira, do deputado Carlos Gonçalves (este apenas em posição na Rádio). Apoio. Solidariedade. Agradecemos, claro.

Dos Jornais e Rádios das diferentes comunidades... temos ouvido e lido notas de simpatia, através da divulgação das nossas notas. A LUSA fez o que pôde (e, pelos vistos, pôde muito pouco). A RDP fez uma entrevista ao presidente, que, integrada nos noticiários gerais, foi transmitida, também, por outras estações, incluindo a CIRV Radio, de Toronto, onde pontifica também um dos nossos fundadores, o José Mário Coelho. A Radio Alfa esteve, durante uma hora a falar connosco, através do Ricardo José, acrescentando ainda umas palavras do deputado Carlos Gonçalves.

E mais... não sei. A França deve saber muito mais porque, de facto, por lá, temos “o melhor de todos nós”, que é o António Cardoso, o nosso secretário-geral, a quem o Presidente sauda com a maior das amizades, fazendo votos porque continui a ser o que tem sido, isto é, o timoneiro mais seguro e mais esclarecido. A Europa começou a ouvir falar de nós, disso não tenho dúvidas, graças, sobretudo, aos bons elementos que soubemos escolher como Secretário-Geral e como Tesoureiro.

E AGORA?

Neste momento, estamos a “aprontar” os Estatutos. O secretário-geral já os enviou. O Presidente fez duas ou três pequenas correcções. E agora, aos poucos, vamos recebendo os pareceres dos nossos colegas espalhados pelo mundo. No nosso ponto de vista, vamos fazê-los aprovar, depois de 10 de Junho, quando tivermos uma razoável massa associativa. Como se recordam, ficarão como membros fundadores da Associação Internacional dos Jornalistas todos quantos já estão envolvidos, designadamente os que iniciaram o PortPress21 e aqueles que, até 10 de Junho, se manifestarem interessados em aderir.

-Estamos, neste momento, a estudar a melhor maneira de fazer chegar ao maior número possível de jornalistas da diáspora fichas de inscrição que poderão até seguir on line, por forma a avançarmos, com tudo, o mais depressa possível.

-O Secretário-Geral estudará então a melhor maneira de os fazer aprovar, via internet, por todos os sócios, com a certeza de que os mecanismos electrónicos prevêem a modalidade de fazer com que cada um vote só uma vez.

-O mesmo acontecerá, depois, com a eleição dos primeiros corpos sociais, já que a comissão instaladora, que não tem prazos, atribuiu a si própria um curto mandato de 6 meses, ou seja, até ter formalizado tudo quanto se relaciona com a instalação.

“LUTAS” EM SURDINA

Não há, ainda, por enquanto, grandes “lutas” dos Poderes Públicos, que quereriam, eles próprios, instituir uma associação de Jornalistas. Dissemos, desde o princípio – e voltamos a reafirmá-lo – que ao Governo não cabe nem pode caber imiscuir-se nos assuntos que à nossa classe compete. Só os Jornalistas podem fazer a sua associação.

É dado adquirido de que, naturalmente, não abdicaremos. E só esperamos que seja possível andarmos em frente sem hostilizar ninguém. Mas se o tivermos de fazer, naturalmente, não hesitaremos, certos como estamos de que a razão está do nosso lado. E quando avançamos na mesma via da razão... isso dá-nos, de facto, muita razão.

Interessa à Comissão Instaladora manter informados os Jornalistas sobre tudo o que se vai passando. Fá-lo-emos, através do Portpress21 sempre que necessário.

Fernando Cruz Gomes

 

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